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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

A regionalização do Brasil






A regionalização do Brasil

    A primeira divisão do território do Brasil em grandes regiões foi proposta em 1913, os "cinco brasis", para ser usada no ensino de Geografia. Os critérios utilizados para fazê-la foram físicos, já que a natureza era considerada duradoura e as atividades humanas, mutáveis. A divisão regional deveria ser baseada em critérios que resistissem por bastante tempo. Tal divisão demonstra uma preocupação muito grande em fortalecer a imagem do Brasil como uma nação, uma vez que a República havia sido proclamada há poucos anos, em 15 de novembro de 1889.
    A divisão em grandes regiões proposta em 1913 influenciou estudos e pesquisas até a década de 1930. Nesse período, surgiram muitas divisões do território do Brasil, cada uma usando um critério diferente. Porém, em 1938, foi preciso escolher uma delas para fazer o Anuário Estatístico do Brasil, um documento que contém informações sobre a população, o território e o desenvolvimento da economia que é atualizado todos os anos. Mas, para organizar as informações, era necessário adotar uma divisão regional para o país. Então, a divisão usada pelo Ministério da Agricultura foi a escolhida.

    Maranhão e Piauí foram incluídos na região Norte, junto com o território do Acre e os estados do Amazonas e do Pará. No Nordeste, ficavam Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas. Não existia a região Sudeste, mas, sim, uma região chamada Este, onde se localizavam os estados de Sergipe, Bahia e Espírito Santo. Na região Sul, estavam o Rio de Janeiro -- que, na época, era a capital do país -- e São Paulo. Além deles, ficavam na região Sul os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A região Centro-Oeste não existia, mas, sim, a região chamada Centro, onde estavam Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. Como a divisão proposta em 1913, esta organização do território brasileiro não era oficial.

    O território do Brasil já passou por diversas divisões regionais. A primeira proposta de regionalização foi realizada em 1913 e depois dela outras propostas surgiram, tentando adaptar a divisão regional às características econômicas, culturais, físicas e sociais dos estados. A regionalização atual é de 1970, adaptada em 1990, em razão das alterações da Constituição de 1988. O órgão responsável pela divisão regional do Brasil é o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Divisão regional de 1913

    A primeira proposta de divisão regional do Brasil surgiu em 1913, para ser utilizada no ensino de geografia. Os critérios utilizados para esse processo foram apenas aspectos físicos – clima, vegetação e relevo. Dividia o país em cinco regiões: Setentrional, Norte Oriental, Oriental, Meridional.

1940

    Em 1940, o IBGE elaborou uma nova proposta de divisão para o país que, além dos aspectos físicos, levou em consideração aspectos socioeconômicos. A região Norte era composta pelos estados de Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí e o território do Acre. Goiás e Mato Grosso formavam com Minas Gerais a região Centro. Bahia, Sergipe e Espírito Santo formavam a região Leste. O Nordeste era composto por Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba e Alagoas. Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro pertenciam à região Sul.


Divisão regional de 1945


1945


    Conforme a divisão regional de 1945, o Brasil possuía sete regiões: Norte, Nordeste Ocidental, Nordeste Oriental, Centro-Oeste, Leste Setentrional, Leste Meridional e Sul. Na porção norte do Amazonas foi criado o território de Rio Branco, atual estado de Roraima; no norte do Pará foi criado o estado do Amapá. Mato Grosso perdeu uma porção a noroeste (batizado como território de Guaporé) e outra ao sul (chamado território de Ponta Porã). No Sul, Paraná e Santa Catariana foram cortados a oeste e o território de Iguaçu foi criado.

1950
Os territórios de Ponta Porã e Iguaçu foram extintos e os estados do Maranhão e do Piauí passaram a integrar a região Nordeste. Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro formavam a região Leste. Em 1960, Brasília foi criada e o Distrito Federal, capital do país, foi transferido do Sudeste para o Centro-Oeste. Em 1962, o Acre tornou-se estado autônomo e o território de Rio Branco ganhou o nome de Roraima.

1970
Em 1970, o Brasil ganhou o desenho regional atual. Nasceu o Sudeste, com São Paulo e Rio de Janeiro sendo agrupados a Minas Gerais e Espírito Santo. O Nordeste recebeu Bahia e Sergipe. Todo o território de Goiás, ainda não dividido, pertencia ao Centro-Oeste. Mato Grosso foi dividido alguns anos depois, dando origem ao estado de Mato Grosso do Sul.

Divisão regional atual



O Brasil é dividido em Estados e Regiões. A regionalização, proposta em 1969, foi elaborada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e sua implantação efetiva vigorou a partir de 1° de janeiro de 1970. Para consolidar a divisão do país, o IBGE tomou como base os aspectos naturais, embora tenha levado em conta os fatores humanos ao formar o Sudeste. Foram criadas as seguintes Regiões:
Região Centro-Oeste 
Constituída por Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, totaliza uma área de 1.604 852 km2 que abriga aproximadamente 14 milhões de pessoas.


Região Nordeste

A região caracterizada pela seca ocupa uma área de 1.556.001 km2, onde vivem aproximadamente 53 milhões de pessoas. É composta pelos estados da Bahia, Sergipe, Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Maranhão.

Região Norte

Formada pelos estados do Acre, Tocantins, Amazonas, Roraima, Rondônia, Pará e Amapá. O território é constituído por uma área de 3.851 560 km2, ocupada por aproximadamente 15,8 milhões de pessoas.

Região Sudeste 

Região onde vivem cerca de 80,3 milhões de habitantes distribuídos em uma área de 927. 286 km2. O sudeste é constituído por quatro estados, são eles: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.

Região Sul

Ocupa uma extensão territorial de 575. 316 km2, onde se encontram distribuídos cerca de 27,3 milhões de habitantes. A menor das regiões brasileiras é formada pelos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

No país não existem estados que integram duas regiões simultaneamente.

Fontes:
http://alunosonline.uol.com.br/geografia/regionalizacao-brasil.html
Por Wagner de Cerqueria e Francisco
http://www.getulionascimento.com/news/regionalizacao-do-brasil/

domingo, 24 de setembro de 2017

SEGUNDO POETIZANDO E ENCANTANDO



Poetizando e Encantando 



SEGUNDO SELINHO



Brincadeira , POETIZANDO E ENCANTANDO
do blog FILOSOFANDO NA VIDA DA Profª Lourdes Duarte

filosofandonavidaproflourdes.blogspot.com.br
Link  
https://filosofandonavidaproflourdes.blogspot.com.br/2017/09/segundo-poetizando-e-encantando.html?showComment=1506257777118#c7747470472402654128

Olá amigos e queridos seguidores!

Para fugir da rotina, usar da criatividade poetizando e promover a interação entre amigos e amigas seguidores, estamos participando da segunda etapa da  brincadeira da Lourdes que teve essa excelente ideia.  


A Imagem sugerida foi esta


A natureza nos revela
Como a vida pode ser bela.
Que o amor e a alegria
Traz a paz e a harmonia,
Por isso te peço, oh Senhor!
Envolvei nossos alunos
Com teu Divino amor!



Descrição da Imagem

 Em um campo florido, predominando a cor rosa das flores, três   cachorros, se abraçam entre si, lindamente, numa demonstração de carinho.



Com carinho     da amiga Elza Interaminese


Convido a todos, para seguir nosso blog educativo que é um espaço virtual de todos.


nossos alunos escritores na expectativa de participar da brincadeira nos enviaram seus lindos versos. Com a participação de outros, voltarei a postagem e acrescentarei.


Cães que se abraçam
Aluna Vitória Lima


Cães que se abraçam numa sintonia de amor
Meiguice aflora com todo esplendor
Contemplando a Primavera
Estação bela que chegou!



PURO AMOR
Aluno Guilherme Oliveira

Nos campos floridos cães se abraçam
Mostrando ao mundo a importância do amor
É um pecado comparar homem mau

A essas criaturas que são puro amor!

sábado, 23 de setembro de 2017

A verdadeira amizade Autor: Aluno, Mateus Felipe



A verdadeira amizade.
Autor: Aluno, Mateus Felipe


A amizade verdadeira é algo único e inesquecível que deve ser respeitada. Só quem tem amigos de verdade sabe o valor.  Perder um amigo (a) é uma das piores coisas que pode nos acontecer. Preserve suas amizades e saiba ser amigo.


sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Uma verdadeira história de amor! Autor: Aluno Mateus Felipe


Uma verdadeira história de amor!
Autor: Aluno Mateus Felipe


O amor é uma página em branco onde todos os dias devemos escrever uma nova história. Haverá dias em que preferimos não escrever ou rasgar as páginas, mas como toda história sempre tem, os acontecimentos bons e ruins. O amor será sempre o amor e quando verdadeiro, logo chegará momentos únicos. Então escreveremos, uma verdadeira história de amor!



Ficamos orgulhosas com a  sensibilidade poética dos nossos alunos escritores.

Um adolescente escrevendo com o coração sobre o amor. Parabéns Mateus Felipe! Que todas as formas de amor povoe seu coração e que você seja muito feliz!

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Simbolismo no Brasil , Características do Simbolismo e Autores Brasileiros Simbolistas


Simbolismo no Brasil

O simbolismo no Brasil surge em 1893, com a publicação de "Missal" e "Broquéis", de Cruz e Souza, considerado o maior representante do movimento no país, ao lado de Alphonsus de Guimarães.

Características do Simbolismo

- Não-racionalidade
- Subjetivismo, individualismo e imaginação
- Espiritualidade e transcendentalidade
- Subconsciente e inconsciente
- Musicalidade e misticismo
- Figuras de linguagem: sinestesia, aliteração, assonância

Autores Brasileiros Simbolistas

Cruz e Sousa (1861-1898)

Considerado o precursor do simbolismo no Brasil, João da Cruz e Sousa foi um poeta brasileiro nascido em Florianópolis.
Sua obra é marcada pela musicalidade e espiritualidade com temáticas individualistas, satânicas, sensuais. Suas principais obras: Missal (1893), Broquéis (1893), Tropos e fantasias (1885), Faróis (1900) e Últimos Sonetos (1905).
Representado por poetas como Cruz e Sousa e Alphonsus de Guimaraens, o Simbolismo no Brasil prenunciou importantes movimentos literários do século XX.

O Simbolismo no Brasil foi representado, principalmente, por Cruz e Sousa e Alphonsus de Guimaraens. A temática simbolista apoia-se na subjetividade.


(Sinfonias do Ocaso – Cruz e Sousa)

Musselinosas como brumas diurnas
descem do ocaso as sombras harmoniosas,
sombras veladas e musselinosas
para as profundas solidões noturnas.
Sacrários virgens, sacrossantas urnas,
os céus resplendem de sidéreas rosas,
da Lua e das Estrelas majestosas
iluminando a escuridão das furnas.
Ah! por estes sinfônicos ocasos
a terra exala aromas de áureos vasos,
incensos de turíbulos divinos.
Os plenilúnios mórbidos vaporam ...
E como que no Azul plangem e choram
cítaras, harpas, bandolins, violinos ...

O poema que você leu pertence a Cruz e Sousa, principal poeta simbolista brasileiro. O Simbolismo constituiu-se na Europa, principalmente na França e na Bélgica, alcançando a poesia brasileira no final da década de 80, século XIX.


  Podemos perceber que o autor explora bastante o recurso da sinestesia dando enfoque principal ao olfato ao citar: “Os céus resplendem de sidéreas rosas”, e à audição em: “E como que no Azul plangem e choram cítaras, harpas, bandolins, violinos...”.
Como toda estética literária, o Simbolismo também surgiu sob forte influência de correntes ideológicas e do contexto histórico, cultural e social da época em voga.

  E por assim dizer, o final do século XIX representou uma sociedade marcada por um sentimento de total inquietação proveniente das descobertas científicas tanto difundidas pela era do Realismo, que, como toda mudança, desencadeou um processo de indefinições quanto a valores e convicções inerentes ao ser humano.


  Em consonância com esta problemática, destacava a enorme crise social desencadeada pela disputa econômica entre as grandes potências mundiais com o advento da Revolução Industrial, que obteve como fator resultante, as duas grandes guerras mundiais.

  Diante disso, o ser humano constituía uma visão patética e dramática perante a sociedade que o cercava, sentindo-se impotente e enclausurado em meio a tantas tensões e contradições.

  Refletindo, portanto, na literatura e nas artes de uma forma geral, que com uma força tamanha e brutal, os artistas retomaram o sentimentalismo subjetivo tanto cultuado pelos românticos, porém partindo para uma visão transcendental influenciada nas ideias de Sigmund Freud: a descoberta pelo “eu” nas camadas mais profundas que habita o ser: o inconsciente e o subconsciente.

  Diante de uma visão extremamente pessimista do mundo, os simbolistas procuravam no mais profundo “eu” uma resposta para todas estas inquietações procurando solucionar todo este sentimento de angústia. Mas qual era a forma de expressá-lo?

Através de imagens simbólicas, as quais eram traduzidas pelas seguintes características:

-  Conhecimento ilógico e intuitivo da realidade - Para encarar o mundo real, os artistas apostavam numa visão intuitiva e obscura da realidade, explorando principalmente o sistema sensorial (visão, tato, olfato, paladar e audição).

-  Predomínio do subjetivismo, pois mediante o “contexto”, o resultado não poderia ser outro, senão uma visão individualista do mundo que os cercava.

-  Emprego da sinestesia - Para expressar as imagens e sensações, o artista promovia uma inusitada combinação, na qual se estabelecia uma combinação simultânea entre os diferentes órgãos do sentido.

-  Concepção mística do mundo - Em consequência da busca pelo mundo “ideal”, difundiam bastante uma fé cristã mais voltada para o mistério e para o misticismo. 

-  Sentimento de alienação frente à sociedade - Para os simbolistas, o que importava era a busca incessante do próprio “eu”. Funcionando como uma espécie de fuga diante da realidade, sendo que uma visão objetiva da mesma cedia lugar para a análise introspectiva das impressões causadas no artista, diante desta realidade.


Alphonsus de Guimarães (1870-1921)

Um dos principais poetas simbolistas do Brasil, Afonso Henrique da Costa Guimarães possui uma obra marcada pela sensibilidade, espiritualidade, misticismo, religiosidade, com temas como a morte, a solidão, o sofrimento e o amor.
Sua produção literária apresenta características neo-romântico, árcades e simbolistas. Suas.principais obras: Setenário das dores de Nossa Senhora (1899), Dona Mística (1899), Kyriale (1902), Pastoral aos crentes do amor e da morte (1923).

Ismália
(Alphonsus de Guimaraens)

Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.
No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...
E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava longe do céu...
Estava longe do mar...
E como um anjo pendeu
As asas para voar. . .
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...
As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma, subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...



A Catedral
(Alphonsus de Guimaraens)

Entre brumas ao longe surge a aurora,
O hialino orvalho aos poucos se evapora,
Agoniza o arrebol.
A catedral ebúrnea do meu sonho
Aparece na paz do céu risonho
Toda branca de sol.


E o sino canta em lúgubres responsos:
"Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!"


O astro glorioso segue a eterna estrada.
Uma áurea seta lhe cintila em cada
Refulgente raio de luz.
A catedral ebúrnea do meu sonho,
Onde os meus olhos tão cansados ponho,
Recebe a benção de Jesus.


E o sino clama em lúgubres responsos:
"Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!"


Por entre lírios e lilases desce
A tarde esquiva: amargurada prece
Poe-se a luz a rezar.
A catedral ebúrnea do meu sonho
Aparece na paz do céu tristonho
Toda branca de luar.


E o sino chora em lúgubres responsos:
"Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!"


O céu é todo trevas: o vento uiva.
Do relâmpago a cabeleira ruiva
Vem acoitar o rosto meu.
A catedral ebúrnea do meu sonho
Afunda-se no caos do céu medonho
Como um astro que já morreu.


E o sino chora em lúgubres responsos:
"Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!"



Augusto dos Anjos (1884-1914)

Augusto dos Anjos foi um dos grandes poetas brasileiros simbolistas, embora, muitas vezes, sua obra apresente características pré-modernas.
Patrono da cadeira número 1 da Academia Paraibana de Letras, publicou um livro intitulado "Eu" e foi chamado de "Poeta da morte" uma vez que seus poemas exploram temas sombrios.


Psicologia de um Vencido
 Augusto do Anjos

Eu, filho do carbono e do amoníaco,
Monstro de escuridão e rutilância,
Sofro, desde a epigênesis da infância,
A influência má dos signos do zodíaco.


Profundíssimamente hipocondríaco, 
Este ambiente me causa repugnância... 
Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia 
Que se escapa da boca de um cardíaco.

Já o verme — este operário das ruínas —
Que o sangue podre das carnificinas 
Come, e à vida em geral declara guerra,


Anda a espreitar meus olhos para roê-los, 
E há-de deixar-me apenas os cabelos, 
Na frialdade inorgânica da terra!
Na frialdade inorgânica da terra!

 
   Ao contrário do que aconteceu na Europa, onde o Simbolismo contou com maior destaque em relação ao Parnasianismo, no Brasil o movimento ficou à sombra da poesia parnasiana, que ganhou a simpatia das camadas mais cultas do país, sobretudo em virtude do preciosismo da métrica e linguagem. Embora não contasse com o mesmo prestígio, a poesia simbolista brasileira deixou uma contribuição significativa, prenunciando os movimentos literários do século XX. 

   No Brasil, as inovações estiveram relacionadas com o plano temático e com o plano formal, com uma poesia permeada pelo subjetivismo, representado pelos sofrimentos universais, o amor, a morte e a religiosidade. 




Fontes:
http://portugues.uol.com.br/literatura/simbolismo-no-brasil.html
http://brasilescola.uol.com.br/literatura/o-simbolismo-no-brasil.htm

https://educacao.uol.com.br/disciplinas/portugues/cruz-e-sousa-o-principal-poeta-simbolista-brasileiro.htm

Pesquisa e organização da postagem: 

Professoras: Lourdes Duarte
Elza Interaminense

domingo, 17 de setembro de 2017

PARTICIPANDO DA BRINCADEIRA NO BLOG: POETIZANDO E ENCANTANDO


Amigos seguidores, o blog da Profª Lourdes Duarte
FILOSOFANDO NA VIDA

Lançou uma brincadeira,

POETIZANDO E ENCANTANDO

 A  partir de uma imagem que ela posta a cada domingo  que se prolonga a  segunda feira, criarmos uma quadrinha ou uma poesia.
Estamos participando com carinho e parabenizamos a Profª Lourdes pela iniciativa   do projeto que incentiva a criatividade, a escrita e a interação entre amigos, uma vez que visitamos e comentamos os blogs participantes.
Obrigada pelo convite.
Mostraremos a imagem aos alunos escritores e caso eles escrevam seus versos, voltarei a postagem e acrescentarei.

Segue o nosso Poetizar

Imagem para o poetizar 


NOSSO VERSO


Mãos iluminada, coração de amor!
Ilumina nossos alunos com todo esplendor
Para que façam da sua aprendizagem,
Uma importante jornada de amor!

****

Pensamento da aluna Lívia Vitória

As mãos que se unem para afagar um coração sofrido
São as mesmas que se estendem
Para um aperto de mão. Amigos para sempre!

Lívia Vitória

****

Luz Divina, luz de amor,
 Ilumina o coração dos homens
e enche de paz e amor! 


Aluna Vitória Lima

****

Biblioteca madre Ódila Maroja


Elza Interaminese